120 toneladas de sucata já foram removidas dos cabos aéreos de telecomunicações

Trabalho integra uma força-tarefa permanente de adequação dos cabos instalados nos postes compartilhados

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Divulgação/Prefeitura de Umuarama

A retirada de cabos obsoletos e materiais inservíveis da rede aérea de telecomunicações no Paraná alcançou uma marca expressiva em 2026. Mais de 120 toneladas de sucata foram removidas em ações de regularização coordenadas pela Copel, em parceria com prefeituras municipais e empresas de telefonia e internet, contribuindo para aumentar a segurança da população e a organização da infraestrutura urbana em mais de 50 cidades do Estado. 

O trabalho integra uma força-tarefa permanente voltada à adequação dos cabos instalados nos postes compartilhados entre os setores de energia elétrica e telecomunicações. Nesse processo, a Copel é responsável pela fiscalização das estruturas e pela notificação das operadoras de telecomunicações com fios irregulares. 

De acordo com o gerente de Compartilhamento de Estruturas da Copel, Rafael Buckoski Gonçalves, a iniciativa é contínua e conta com a atuação conjunta entre a Copel, o poder público e as empresas de telecom. "É bastante ação, bastante movimentação, sempre pensando em uma rede mais segura para todos. O valor principal da Copel é a segurança para todos", destaca o gerente. 

Mutirões em setembro  

Somente neste mês, mutirões e ações integradas de regularização estão sendo realizadas e ou previstas em dez municípios paranaenses: Londrina, São José dos Pinhais, Umuarama, Cianorte, Almirante Tamandaré, Ibiporã, Ivaiporã, Cornélio Procópio, Medianeira e Piraquara. 

Além dessas iniciativas, outras cidades mantêm programas permanentes de acompanhamento e regularização. Em Maringá, por exemplo, as ações contam também com a participação do Procon. Já em Cascavel, uma reunião prevista para outubro entre a Copel e a Prefeitura deverá definir o cronograma das próximas etapas do trabalho no município. 

Previsão acima da meta 

Os resultados já superam as expectativas iniciais para o período. A projeção da companhia era alcançar a marca de 150 toneladas de materiais retirados ao longo de 2026, objetivo que poderá ser atingido ainda em outubro caso o volume regularizado nas operações seja mantido. "Nós já temos uma ideia de que podemos chegar a 200 toneladas até o fim do ano, se continuarmos neste ritmo. Contamos com a participação e o envolvimento das operadoras, já que os cabos são delas. O trabalho é manter a rede segura para todos", afirma Rafael Buckoski Gonçalves.