Casa de Apoio do HU de Maringá é vítima de furto pela 3ª vez em 1 ano

A Casa de Apoio faz campanha para arrecadar R$ 600 mil; saiba detalhes

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Divulgação/HUM

A Casa de Apoio da Associação dos Amigos do Hospital Universitário (AAHU) do Hospital Universitário (HUM) da UEM foi invadida, na noite desta terça-feira (2), pela terceira vez em um ano. A presidente da AAHU, Miriam Bardeja, afirma que boletins de ocorrência foram feitos e a instituição dispõe de imagens de câmeras de vigilância para identificação dos suspeitos, que acessaram a casa quebrando um tapume.

Segundo a direção, a Associação foi invadida por um indivíduo e, desta vez, nada foi levado, mas em outras duas oportunidades foram levadas as extensões elétricas utilizadas durante a obra de construção e reforma da casa, além de fios. Uma das câmeras de vigilância da associação também foi quebrada na segunda oportunidade. Na primeira vez, conta Miriam, o estrago foi ainda maior. "A associação perdeu vários frascos de perfumes e diversas mercadorias, que estavam sendo vendidas em bazar de produtos apreendidos pela Receita Federal (RF)", explicou a presidente. O bazar é uma atividade realizada costumeiramente pela associação para levantar fundos para construção da Casa de Apoio, projeto muito aguardado por toda a comunidade do HUM e da própria Associação. 

A Casa de Apoio do HUM está em construção por meio da campanha "Parceiros que abraçam! Sua doação é a chave da Casa de Apoio do HU", que tem objetivo de arrecadar R$ 600 mil. O imóvel, que vai abrigar as famílias de pacientes internados no hospital, terá 257m² e duas alas de dormitório, feminina e masculina, com capacidade para 30 pessoas no pernoite. O espaço ainda vai oferecer café da manhã, almoço e jantar, além de uma sala de jogos e estar. Interessados em contribuir podem acessar o site da instituição (https://aahu.org.br/).

"A construção da Casa de Apoio do HUM é fundamental pra oferecer mais conforto às famílias dos pacientes internados, que muitas vezes vêm de fora e não têm onde pernoitar a baixo custo. A associação busca atender a demandas onde o Estado não consegue chegar e esse tipo de inconveniente nos atrapalha batante, além de trazer sensação de insegurança a todos os voluntários", afirmou a presidente.