Após vandalismo, árvores vão para a UTI no Horto de Curitiba e voltam para a arborização

O plantio foi feito na Praça Jóquei Pinheiro Filho, em frente ao Jockey Club do Paraná, no bairro Tarumã

Por
2 Min

Valquir Kiu Aureliano/SECOM

A UTI das Árvores do Horto Municipal do Barreirinha teve mais casos de sucesso no tratamento e recuperação dos “pacientes”. Na quarta-feira (19/8), as equipes da Arborização Viária, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, fizeram o plantio de sete árvores que haviam sido vandalizadas nas ruas da cidade e passaram por um tratamento e recuperação intensiva na UTI das Árvores.

O plantio foi feito na Praça Jóquei Pinheiro Filho, em frente ao Jockey Club do Paraná, no bairro Tarumã. Entre as espécies plantadas e que haviam sido recuperadas estavam cerejeiras-do-japão, vandalizadas em 2023 na Avenida Sete de Setembro, e um ipê-roxo que foi vandalizado na Avenida Marechal Floriano Peixoto.

Domingo no Centro de agosto transforma a Rua XV em espaço de convivência para famílias e pets Pet shops que tiverem câmeras de monitoramento vão receber o selo Pet Seguro Árvores do Passeio Público passam por avaliação com o uso de tomógrafo sônico
Também havia espécies de ipê-amarelo, vandalizado na Rua Waldemar Loureiro Campos, ipê-branco, vandalizado na Avenida Prefeito Erasto Gaertner, e ipê-rosa, vandalizado na Avenida João Gualberto. 

“Todas essas árvores foram vítimas de vandalismo nos últimos anos e foram recuperadas na UTI das Árvores, no Horto Municipal do Barreirinha. Na UTI também tratamos as árvores que foram quebradas por acidentes com veículos. Nós cuidamos delas, adubamos, fazemos de tudo para deixá-las saudáveis e num padrão bom para voltarem para a arborização pública”, explicou Roberto Salgueiro, responsável técnico pelo Horto Municipal da Barreirinha.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente calcula em cerca de 10%, do total das árvores que são plantadas nas ruas da cidade, a perda de mudas, somando os casos  de vandalismos, acidente por carros e mudas que por algum motivo não vingaram e morreram. De acordo com Salgueiro, esse trabalho de recuperação das árvores existe há cerca de 20 anos no Horto Municipal da Barreirinha.