Curitiba começou a instalar a nova estação-tubo da Praça Eufrásio Correia, que será a maior da capital e um dos principais marcos do projeto de modernização do transporte coletivo. Com 91 metros de comprimento, 44 toneladas e capacidade ampliada, a estrutura substituirá a estação mais movimentada da cidade, por onde circulam cerca de 22 mil passageiros diariamente.
O transporte da nova estação foi realizado durante a madrugada, em duas etapas, para minimizar os impactos no trânsito da região central. Além das dimensões maiores, o novo equipamento contará com climatização, recurso inédito nas estações-tubo de Curitiba.
A obra faz parte do lote 2.3 do projeto BRT Leste-Oeste, que prevê uma série de intervenções para ampliar a capacidade e melhorar a infraestrutura do sistema de transporte da capital.
Além da instalação da nova estação da Praça Eufrásio Correia, o projeto contempla a reforma das estações-tubo Mariano Torres e Rodoferroviária, além da requalificação das avenidas Sete de Setembro e Presidente Affonso Camargo, importantes corredores do transporte coletivo.
O objetivo é adequar a estrutura ao crescimento da demanda e proporcionar mais conforto, segurança e agilidade aos usuários.
A estação da Praça Eufrásio Correia ocupa uma posição estratégica na rede de transporte da cidade, reunindo os eixos Norte-Sul e Leste-Oeste. Por isso, concentra o maior fluxo de passageiros do sistema e exigia uma ampliação da capacidade operacional.
Com a nova estrutura, a expectativa é reduzir gargalos no embarque e desembarque e oferecer melhores condições de circulação para milhares de usuários que utilizam diariamente o transporte coletivo.
As estações-tubo se tornaram um dos principais símbolos do sistema de transporte de Curitiba, referência internacional em mobilidade urbana desde a década de 1990. Após mais de 30 anos de operação, parte da infraestrutura passou a operar próxima do limite de capacidade.
A implantação da maior estação-tubo da cidade representa mais um passo no processo de modernização do sistema BRT, buscando adequar a estrutura às atuais necessidades da população e preparar o transporte coletivo para a demanda dos próximos anos.