Corpo de mulher é retirado após caminhão despencar de viaduto; veja onde foi
A vítima estava presa sob o veículo desde o grave acidente registrado na tarde de segunda-feira (11)
Reprodução/RIC
Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) retiraram na manhã desta terça-feira (12) o corpo da mulher que morreu após um caminhão cair de um viaduto na BR-277, em Morretes, no litoral do Paraná. A vítima estava presa sob o veículo desde o grave acidente registrado na tarde de segunda-feira (11), no trecho conhecido como Viaduto dos Padres, na Serra do Mar.
O resgate mobilizou bombeiros especializados, policiais rodoviários e maquinário pesado. Segundo a PRF, os socorristas conseguiram acessar o corpo por volta das 10h15, após horas de trabalho em uma área de difícil acesso. O caminhão ficou lateralizado em uma ribanceira a cerca de 80 metros abaixo do nível da pista.
Apesar da retirada da vítima, o caminhão não será removido nesta terça-feira. Conforme a PRF, será necessária uma nova operação específica devido à complexidade do local e aos riscos envolvidos na remoção do veículo.
Durante os trabalhos de resgate, a BR-277 chegou a ser totalmente interditada no km 41,9, no sentido Curitiba. Já na pista sentido litoral, uma faixa precisou ser bloqueada por conta de outra carreta envolvida na colisão, que tombou sobre o canteiro central da rodovia.
Colisão entre caminhõesDe acordo com a PRF, o acidente ocorreu quando uma carreta que trafegava pela faixa da esquerda atingiu lateralmente o caminhão-container que acabou despencando do viaduto.
Segundo o agente Pasqualini, da PRF, o motorista do caminhão tentou evitar uma colisão traseira e mudou de faixa momentos antes da batida.
O condutor do caminhão, de 35 anos, usava cinto de segurança, sofreu ferimentos moderados e foi encaminhado ao Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá. A passageira, de 28 anos, foi ejetada durante a queda e morreu ainda no local. O casal é natural da Bahia.
As equipes de resgate iniciaram a operação ainda na tarde de segunda-feira (11), utilizando técnicas de rapel para acessar a ribanceira. No entanto, os trabalhos precisaram ser interrompidos durante a noite devido ao risco oferecido pelo terreno e pelas condições de visibilidade.