Na pesquisa estimulada para o Senado — em que o eleitor pode citar até dois nomes — Curi aparece com 22,9% das intenções de voto, em empate técnico com Gleisi Hoffmann (22,5%) e à frente de Filipe Barros (20,9%). Lideram o cenário Alvaro Dias, com 44,5%, e Deltan Dallagnol, com 28,2%.
O desempenho coloca Curi em posição competitiva em um cenário fragmentado, marcado pela presença de nomes já consolidados. A proximidade com lideranças de maior projeção nacional é vista como indicativo de potencial de crescimento ao longo da pré-campanha.
Para o Governo do Estado, o deputado também aparece entre os nomes testados. No cenário estimulado, registra 11,7% das intenções de voto, atrás de Sergio Moro, que lidera com 50,9%, e de Requião Filho, com 22,0%. Ainda assim, o índice mantém Curi no debate estadual e à frente de outros pré-candidatos.
Outro dado destacado é a taxa de rejeição. Segundo o levantamento, 11,6% dos entrevistados afirmam que não votariam em Alexandre Curi, percentual considerado moderado em comparação com adversários mais conhecidos, como Sergio Moro e Requião Filho, que apresentam índices superiores.
Na pesquisa espontânea — quando não são apresentados nomes aos eleitores — Curi também é citado, embora com menor percentual, cenário considerado natural devido ao menor nível de lembrança nesse formato.
O levantamento foi realizado entre quinta-feira (10/04) e sábado (12/04), com 1.500 eleitores em 56 municípios do Paraná. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Os dados indicam um cenário eleitoral ainda em formação, com candidaturas pulverizadas e movimentações antecipadas. Nesse contexto, Alexandre Curi amplia presença e se consolida entre os principais nomes da disputa no Estado.
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