Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e a vitória do Paris Saint-Germain por 2 a 1 nos pênaltis sobre o Flamengo, na tarde de quarta-feira (17/12), o capitão Marquinhos alcançou uma marca histórica. O zagueiro brasileiro se tornou o 11º jogador da história do futebol a conquistar a Libertadores, a Champions League e o Mundial, integrando um grupo seleto de campeões.
Na análise pós-jogo, Marquinhos destacou o grau de dificuldade da partida e ressaltou o peso da conquista, o primeiro título mundial do clube francês. Segundo ele, a equipe já sabia do desafio que enfrentaria diante de um adversário brasileiro, experiência reforçada por competições anteriores.
“O Mundial traz essa realidade do quanto é difícil jogar contra um time brasileiro. Sabíamos que seria um jogo muito importante e o treinador reforçou isso durante toda a semana. Para nós, era uma oportunidade de ouro, porque chegar aqui exige ganhar uma Champions, e queríamos aproveitar da melhor forma. A gente queria muito esse título”, afirmou em entrevista à CazéTV.
O capitão do PSG também fez questão de elogiar o Flamengo, destacando o trabalho desenvolvido pelo clube carioca e sua influência no futebol atual. Para ele, o desempenho rubro-negro evidencia o equilíbrio do futebol moderno e a relevância das equipes brasileiras no cenário internacional.
Em meio à temporada europeia, o PSG ainda entra em campo mais uma vez antes do encerramento de 2025, quando enfrenta o Fontenay, da quarta divisão, pela terceira fase da Copa da França, no sábado (20/12). Já pela Ligue 1, competição em que ocupa a segunda colocação, o time volta a jogar apenas no dia 4 de janeiro, no clássico contra o Paris FC.
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